domingo, 11 de agosto de 2013

Quis te proteger dos meus medos
Fiz dos meus sentimentos, segredos
Desfiz de tantas coisas e 
não tive medo de me entregar

Já não ouço teus passos na porta
Tua voz não parece tão próxima
Eu não sei agora como te encontrar

O que fiz no dia em que partir
Já não importa nada, nada, nada não
A saudade vêm! E só você não volta

O que disse tudo que fingi
Foi só pra disfarçar que te amava ainda mais
Está tudo bem! Você tem outro alguém
E nada mais importa

Hoje sei que vou chorar
Eu preciso chorar
Sei que não tem jeito amor
Está tudo bem, nossa historia acabou

Deixe-me chorar
Hoje eu preciso chorar
Não tem jeito amor
Pra nós não tem mais volta
É, sei que não tem jeito amor
Pra nós não tem mais volta

O que disse tudo que fingi
Foi só pra disfarçar que te amava ainda mais
Está tudo bem! Você tem outro alguém
E nada mais importa
Os dias vão...
Essa saudade de vocÊ no coração...
O telefone que não sai da minha mão...
Eu conto as horas pra você voltar pra mim...

Eu ando sem vontade, sem planos e sem saber onde ir. Como conseguir superar tudo que planejamos, esquecer momentos e todo aquele "amor". Se você soubesse o quanto to destruido, alma ferida, de rosto cansado de chorar. Meu quarto nunca foi tão inimigo, domingo tão chatos, semanas que peço tanto pra passarem rápido. E eu não queria mais falar sobre você, mais não da. Porque eu te amo tanto
Eu respiro tentando
Encher os pulmões de vida
Mas ainda é dificil
Deixar qualquer luz entrar...
Ainda sinto por dentro
Toda dôr dessa ferida
Mas o pior é pensar
Que isso um dia
Vai cicatrizar...

Eu queria manter
Cada corte em carne viva
A minha dôr
Em eterna exposição
E sair nos jornais
E na televisão
Só prá te enlouquecer
Até você me pedir perdão...

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...

O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...

O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...

São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?...

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr
E voltei lá, onde agente foi tão feliz. E doeu tanto, lá estar eternizado todos aquelas momentos dos quais fui a pessoa mais feliz, eu tinha vocÊ.

Não sei por que aqui voltei
Meu coração ficou tão triste
Eu sabia que não ia te encontrar
Vendo as flores coloridas
Que enfeitavam nossos sonhos
Mil razões agora eu tenho
Pra chorar

O nosso amor aqui nasceu
Mas com o tempo se perdeu
Como a folha solta no ar
Não, eu não quero recordar

Eu vou fugir desse lugar
Que é tão triste sem você
E pedir pra você voltar

Eu não consigo ter você
Assim distante
São mil razões para chorar 
A todo instante

Pra enfeitar nossa chegada
Toda natureza em festa
E os pássaros cantavam pra
Nós dois

No mesmo banquinho de pedra
Bem riscado ainda resta
O teu nome junto ao meu num
Coração.
Não importa o quanto você se esforce para ser uma boa pessoa. O quanto você faça o que pode para agradar alguém. Sempre vai existir aqueles inconformados, insatisfeitos, incompreensivos e que fazem uma imagem deturpada e negativa a seu respeito. E não importa quantos desses existirão, faça o que você acha certo, dê o seu melhor e não espere reconhecimento, muitas expectativas geram muitas frustrações. Só esteja sempre com a consciência tranquila, a respeito de seus atos, por que quanto a isso, nada pode lhe abater. Esteja bem consigo mesmo, que o resto é consequência!

sábado, 3 de agosto de 2013

Antes de ser sincero com os outros, sou comigo e acho que já cresci o bastante pra saber que negar o que sentimos é pura bobagem

sábado, 13 de julho de 2013

Eu jurava que as coisas tremiam ou moviam-se depressa demais, só pra justificar cada topada, cada esbarrão acompanhado de um pedido de desculpas. Justificava cada ato, cada passo. Justificava até as linhas do blog que era pra não conceder exceção à regra alguma, exceção de mim mesmo por aí. Senão eu transformava verso em prosa e deixava os parágrafos que eu rabisco no braço morrerem durante o banho. Mas você, você não veio justificada, em linha, acertada com os ponteiros do relógio da cozinha, nem com os meus ponteiros e mesmo assim tava ali inserida, ritmando as coisas todas do meu dia a dia. Dá pra parar de me deixar ruborizado com essas maneiras e gestos que me agradam, que me abraçam e que não me pedem justificativa? A gente esquece que gentileza é pior que blush. E que insegurança é o reverso da solidão de quem anda sem as mãos entrelaçadas nas tuas. Poço de secura pra quem ama de longe e ama dentro de uma redoma de vidro, protegido do frio e da chuva é a segurança. E um dia, num almoço ou na praia, eu te explico como são essas coisas todas que eu sinto e que misturam angústia, bobagens, a ponta do seu nariz gelado, o seu queixo meio quadrado e o desastre natural. É tudo medo de perder as reclamações por conta do sono ou da falta de atenção e deixar a implicância diária de lado por algum motivo.  E você me deixa assim, com o riso escancarado, achando graça de tudo, até dessa gente toda que acha graça de tudo por aí. Eu já nem marco no calendário porque toda segunda e toda terça e todos eles têm um quê de ti. Um quê do perfume que eu gosto. Um quê de desespero porque a bateria acabou e será que ela vai encrencar se eu sumir por duas horas? Um quê de meus amigos querem te conhecer, mas eu entendo a tua timidez. Tem também a falta das justificativas e eu já nem sinto mais falta dessas hobbys todos que me atrasavam os ponteiros. Compensa o tempo – que é relativo e só existe pra me pesar as costas quando não tem massagem tua. Digo, ouço, rio e repito que com você cada abraço vem sob medida, como as minhas formas se adaptassem e os seus ossos usassem algum revestimento de veludo pra justificar a suavidade. Nem o nosso choque de atrito é ruim.

Eu jurava que as coisas tremiam ou moviam-se depressa demais, só pra justificar nada com nada. Até que encontrei você.

Os sentimentos são de todos que um dia já se embriagaram do amor apesar do pavor que ele causa na gente... Apesar do pavor que ele causa na gente. A gente pede, espera, um dia ele surge... e espanta. Com suas garras inofensivas e apreensivas o amor espanta... Até que não.]